Da redação
Quase 156 milhões de brasileiros irão às urnas em outubro para eleger deputados estaduais e federais, governadores, senadores e o presidente da República. No Rio Grande do Sul, mais de 8,6 milhões de eleitores definirão o próximo governador e os representantes do Estado no Legislativo. Nas eleições para o Senado, 54 das 81 cadeiras serão renovadas, o equivalente a dois terços da composição da Casa, com cada estado elegendo dois senadores para mandatos de oito anos.
No Rio Grande do Sul, as vagas atualmente ocupadas por Paulo Paim (PT) e Luis Carlos Heinze (PP) estarão em disputa, já que ambos não buscarão a reeleição. Até o momento, sete nomes se apresentam como pré-candidatos ao Senado, integrando chapas que concorrem ao governo estadual.
Entre os pré-candidatos, estão o ex-deputado federal Cláudio Diaz (PSDB), que retorna à sigla para disputar a vaga na chapa de Marcelo Maranata (PSDB), e o deputado estadual Frederico Antunes, que está em seu sétimo mandato e concorrerá ao Senado pela primeira vez, integrando a chapa do vice-governador Gabriel Souza (MDB). O ex-governador Germano Rigotto (MDB) também tentará o Senado, após 16 anos desde sua última candidatura ao cargo.
Manuela D’Ávila (PSol), jornalista e ex-deputada, volta às urnas após quatro anos e irá compor a chapa de Juliana Brizola (PDT). Outro nome confirmado é o deputado federal Marcel van Hattem (Novo), que estará na chapa de Luciano Zucco (PL). Já Paulo Pimenta (PT), ex-ministro e deputado federal, será candidato ao Senado pela chapa de Juliana Brizola (PDT).
Por fim, Sanderson (PL), deputado federal e ex-policial federal, concorrerá ao Senado na chapa de Luciano Zucco (PL), tendo sido lançado como pré-candidato por Jair Bolsonaro.






