Da redação
Eleitores dos Estados Unidos escolhem a composição da Câmara dos Representantes e do Senado nas eleições de meio de mandato, em disputa acirrada entre democratas e republicanos que influencia as expectativas econômicas globais e provoca oscilações no dólar e nas bolsas nova-iorquinas.
A votação funciona como referendo sobre os rumos econômicos da gestão do presidente Donald Trump e mede sua força sobre a base republicana. Candidatos alinhados ao presidente defendem tarifas alfandegárias mais rígidas e redução de tributos empresariais, medidas que afetam projeções de juros e inflação.
Quando a oposição controla ao menos uma das Casas do Congresso, há governo dividido, que dificulta leis polêmicas e cria barreiras a aumentos excessivos de despesas fiscais. Wall Street tende a reagir favoravelmente ao equilíbrio, mas a incerteza eleitoral leva fundos a rever carteiras.
A busca por dólar na apuração fortalece a moeda ante divisas emergentes. O resultado afeta títulos do Tesouro e negociações do teto da dívida. Republicanos favorecem petróleo, finanças e indústria bélica; democratas priorizam transição energética e inovação verde, além de rigor fiscal sobre farmacêuticas.



