Da redação
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou neste domingo, 1º de março, durante o ato “Acorda, Brasil” na Avenida Paulista, que seu grupo político tem uma “batalha pela frente” para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria, relacionado aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
Segundo Flávio, o projeto de lei não é totalmente aquilo que o grupo gostaria, mas representa um avanço. “Com a derrubada do veto, praticamente todas as pessoas do 8 de janeiro vão poder ir para as suas casas”, afirmou o senador durante o evento promovido pela direita.
Flávio também agradeceu o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do prefeito paulistano, Ricardo Nunes (MDB), afirmando que ambos “vestiram a camisa do Brasil” e estão comprometidos com o “projeto de resgate da nação”. Apesar disso, Tarcísio e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não participaram do ato.
Em sua fala, o senador criticou a administração federal, classificando o governo Lula como “horroroso” e dizendo que os jovens “continuam sem expectativa”.
Flávio Bolsonaro ainda defendeu que as mulheres sejam “abraçadas e protegidas, sem hipocrisia” e, ao mencionar o ex-presidente Jair Bolsonaro, declarou que ele “está vivo” politicamente, acrescentando que seus apoiadores “vão carregar esse sobrenome até a vitória”.






