Da redação
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou-se nesta quinta-feira, 26, a favor da prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS por mais 60 dias. O posicionamento de Mendonça ocorre enquanto o plenário do STF avalia sua decisão tomada na última segunda-feira, 23.
Na decisão, Mendonça determinou que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, proceda com a leitura do pedido de extensão dos trabalhos da CPMI do INSS. O ministro justificou que a continuidade das investigações é necessária diante das suspeitas envolvendo desvios significativos de recursos públicos do Instituto Nacional do Seguro Social.
Segundo Mendonça, o caso “envolve roubo de bilhões de reais dos mais vulneráveis”, destacando a gravidade das denúncias que motivaram a criação da comissão. A investigação tem como foco possíveis fraudes e irregularidades que impactam benefícios destinados à população de maior necessidade.
O Supremo Tribunal Federal segue analisando a determinação de Mendonça e pode confirmar ou reverter a decisão nos próximos dias. O julgamento pelo plenário busca definir os próximos passos quanto à extensão dos trabalhos da CPMI.
A CPMI do INSS foi criada para apurar suspeitas de corrupção e desvios de recursos no órgão responsável pelo pagamento de benefícios previdenciários a milhões de brasileiros. O possível prolongamento da comissão é visto como fundamental para o avanço das investigações e a responsabilização dos envolvidos.





