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Equipe de segurança de Maduro foi morta a sangue frio, diz ministro


Da redação

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, denunciou no último domingo (4) um ataque realizado pelos Estados Unidos que resultou na morte de parte da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro. Padrino afirmou que os ataques foram feitos “a sangue frio” e trágicos para os “soldados, soldadas e cidadãos inocentes”.

Durante uma gravação em vídeo, Padrino expressou suas condolências e solidariedade às Forças Armadas e à população, enfatizando a gravidade da situação sem fornecer detalhes específicos sobre as vítimas. Sua mensagem reforçou o tom dramático da situação, refletindo a preocupação do governo com os danos causados.

O ministro também aproveitou a ocasião para criticar a intervenção norte-americana, declarando que era um ataque à soberania da Venezuela. Ele posicionou as ações dos EUA como uma afronta aos princípios de respeito e autodeterminação das nações.

A declaração de Padrino, acompanhada por outros membros das Forças Armadas, buscou unir a população em torno do governo, utilizando a retórica da defesa da pátria. A busca por apoio interno parece ser uma estratégia do governo diante da crescente pressão internacional e da instabilidade política.

O episódio destaca as tensões geopolíticas na América Latina e a complexidade das relações entre os Estados Unidos e a Venezuela, onde a situação política continua a se deteriorar enquanto o governo tenta consolidar sua posição frente a ameaças externas.