Da redação
O presidente da federação PSOL-Rede, Juliano Medeiros, afirmou nesta quarta-feira, 24, que a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) receberá R$ 2,3 milhões do fundo partidário para sua campanha. A declaração ocorreu após críticas feitas por Erika à direção do partido por suposto descumprimento de acordos internos.
A deputada federal Erika Hilton havia questionado a direção da federação, alegando diferença de tratamento em relação à pré-candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila. Segundo Erika, acordos previamente estabelecidos não estariam sendo cumpridos pela direção, resultando em debate interno no partido.
Em resposta às cobranças, Juliano Medeiros garantiu que não haverá prejuízo à candidatura de Erika Hilton. Ele afirmou: “A deputada receberá R$ 2,3 milhões da verba partidária para a campanha”, rebatendo as alegações de que haveria favorecimento ou descumprimento de acordos na distribuição dos recursos.
O episódio envolve divergências sobre critérios de distribuição do fundo partidário entre candidaturas importantes do PSOL-Rede, especialmente em São Paulo e no Rio Grande do Sul. O tema gerou discussões ampliadas acerca de transparência e equidade dentro das decisões tomadas pela federação em período pré-eleitoral.
A direção do partido não detalhou oficialmente os critérios exatos usados para a divisão dos recursos, mas reafirmou publicamente o compromisso de suporte financeiro às principais candidaturas. Até o momento, representantes da federação dão prioridade à manutenção da unidade interna e à observância das normas partidárias.
O fundo partidário, que financia as campanhas eleitorais, é regulamentado pela legislação brasileira e repassado proporcionalmente às agremiações. Esses recursos são fundamentais para organizar estratégias, garantir visibilidade e ampliar a atuação dos candidatos em diferentes regiões do país.





