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Escola de Rodrigo Castanheira, morto no DF, pede união da comunidade; leia o comunicado


Da redação

A escola onde estudava Rodrigo Castanheira, de 16 anos, divulgou neste sábado (7) uma nota de pesar após a confirmação da morte cerebral do adolescente, vítima de agressões em Águas Claras, Distrito Federal. No comunicado, a instituição expressou solidariedade à família e ressaltou a importância da fé e do acolhimento diante da tragédia.

A nota reforça que, como escola cristã, a comunidade escolar enfrenta o luto confiando na soberania de Deus. “Mesmo em meio à dor que nos dilacera, a vontade de Deus é soberana”, afirma o comunicado. A escola pediu a Deus conforto para familiares, amigos, colegas, professores e funcionários afetados pela perda.

A instituição também apelou para que sentimentos de vingança não tomem conta da comunidade. “Oramos para que o Senhor retire de nossos corações qualquer sentimento que não venha d’Ele, inclusive desejos de vingança. A justiça pertence a Deus, e n’Ele confiamos plenamente”, destacou.

Segundo a escola, Rodrigo deixa uma trajetória marcada por afeto e memórias que permanecerão vivas entre todos que conviveram com ele. A nota termina ressaltando a união da comunidade escolar em oração, fé e esperança cristã.

Rodrigo Castanheira morreu após não resistir às agressões sofridas durante uma discussão em Águas Claras. O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal e envolve o piloto de Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, que permanece preso no Complexo da Papuda enquanto as apurações continuam.