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Da redação

O marketing político voltou a surpreender ao apresentar Flávio Bolsonaro como uma “folha em branco” para as eleições de 2026. Em entrevista ao Estadão publicada em 11 de abril, o marqueteiro Jorge Gerez afirmou que “81% querem mudança”. A declaração causou indignação, já que Flávio Bolsonaro é alvo de suspeitas envolvendo rachadinhas, uso de franquia de chocolates como possível lavanderia de dinheiro, compra de mansão em Brasília e de imóveis milionários em dinheiro vivo.

Em outro tema, o PT, após críticas ao ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, agora voltou suas atenções ao atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, indicado por Lula. Galípolo foi elogiado por defender postura independente durante depoimento na CPI do Crime Organizado, recusando-se a criticar seu antecessor.

O caso do banqueiro Daniel Vorcaro continua a gerar desdobramentos, com denúncias de repasses milionários e uma delação premiada considerada “mais instável do que um show de equilibrista”, segundo o leitor Paulo Roberto Gotaç. O envolvimento de figuras do Supremo Tribunal Federal (STF), como Alexandre de Moraes, também é questionado, após aconselhamento do presidente Lula para que Moraes se afastasse do caso Master.

No cenário do Rio de Janeiro, críticas recaem sobre a demora do Tribunal Superior Eleitoral em julgar a fraude eleitoral que garantiu a eleição do agora condenado governador, questionando se houve intenção de beneficiar alguém com o atraso.

Por fim, a Agência Nacional de Energia Elétrica decidiu, por unanimidade, pelo rompimento do contrato com a distribuidora Enel na Grande São Paulo, devido à “inquestionável incompetência e descaso” frente aos frequentes blecautes. O relatório da Aneel destacou o esgotamento das medidas coercitivas adotadas, exigindo o fim da atuação da Enel na região.