Da redação
O Senado Federal abriu nesta semana, no Espaço Ivandro Cunha Lima, a exposição “Sonhos Dissidentes”, como parte da programação do mês do Orgulho LGBTQIA+. A mostra, que tem entrada gratuita e permanece aberta ao público até 2 de julho, visa promover a reflexão sobre diversidade e direitos humanos.
A exposição apresenta obras e reflexões de pessoas transgênero, travestis, lésbicas, gays e bissexuais de várias regiões do país. O objetivo é ressaltar a cultura como ferramenta de promoção da inclusão, do respeito às diferenças e do reconhecimento da pluralidade de identidades.
Ilana Trombka, diretora-geral do Senado, afirmou durante a abertura que a mostra representa um exemplo de convivência e respeito: “Que essa seja apenas uma pequena mostra de como todos nós podemos estar juntos, trabalhar juntos, produzir juntos e nos relacionar respeitando uns aos outros, porque, na verdade, a sociedade é um espaço de respeito”.
As obras expostas incluem telas, colagens, fotografias, esculturas e mediações tecnológicas. Esses trabalhos exploram temas como corpos, memórias, experiências pessoais e desejos, tanto no cotidiano íntimo quanto na vida pública dos artistas envolvidos.
Para a artista Bruca Teixeira, a exposição evidencia a importância de garantir representatividade. Ela ressaltou que “quando a gente traz nossos trabalhos para cá, não falamos apenas sobre uma obra de arte, mas de uma peça carregada de muita história. Normalmente, são histórias e corpos que não costumam ocupar esses espaços públicos”.
A visitação à mostra “Sonhos Dissidentes” ocorre das 8h às 18h, no Espaço Ivandro Cunha Lima, dentro do Congresso Nacional, com acesso gratuito e livre para toda a população até 2 de julho.





