Da redação
A família de Rodrigo Castanheira, de 16 anos, afirmou que o jovem foi vítima de uma emboscada “covarde e premeditada”. A declaração foi feita pelo advogado dos familiares, Albert Halex, após a confirmação da morte do adolescente no último sábado (7), em Brasília.
Rodrigo ficou 16 dias internado em estado grave após ser agredido durante uma briga em Águas Claras, no Distrito Federal. De acordo com a família, o jovem teve a vida “brutalmente interrompida” e era “cheio de sonhos e expectativas para o futuro”. Os parentes pediram respeito ao momento de luto.
Segundo nota divulgada pela família, “a situação que levou a esse trágico desfecho foi motivada por desentendimentos entre adolescentes, onde um deles, covardemente, chamou o acusado para executar o que não tinha coragem de fazer por conta própria”.
A confusão teve início em 24 de janeiro de 2026, após uma discussão na saída de uma festa. Segundo a investigação, Pedro Turra se irritou com um comentário de Rodrigo sobre um chiclete que ele havia jogado para um amigo.
Após o desentendimento, Turra desceu do carro e agrediu Rodrigo, que bateu a cabeça na porta de um veículo, sofreu traumatismo craniano e uma parada cardiorrespiratória de 12 minutos. O jovem permaneceu em coma induzido até falecer. Com a morte, a Polícia Civil do Distrito Federal pode reclassificar o crime de lesão corporal gravíssima para homicídio culposo.






