Por Sandro Gianelli

Com a possibilidade de uma federação entre PT, PSB, PCdoB e o PV, o partido dos trabalhadores do Distrito Federal não quer ficar a ver navios em relação à indicação da cabeça de chapa ao Palácio do Buriti.
Indefinição disputada
O problema é que o PT ainda não definiu quem será seu candidato. A disputa interna está entre a professora Rosilene Corrêa e Geraldo Magela. O PSB já tem seu candidato, o professor Rafael Parente. O PV filiou o deputado distrital Leandro Grass, que anunciou que concorrerá ao Palácio do Buriti, resta saber se o PV vai bancar sua candidatura.
Rifando os aliados
O plano do PT no DF é pressionar para aprovar a indicação de Rosilene Corrêa antes que a federação seja confirmada. Aumentando a possibilidade de manter a cabeça de chapa no DF.
Magela não
Vários dirigentes do PT entendem que Magela não é mais competitivo devido à rejeição que seu nome tem apresentado no DF.
Cotas
Com a federação o tamanho de cada partido será avaliado e cada um terá direito a fazer as indicações baseadas no percentual que cada um representa. Isso implicará em deixar muito pré-candidato sem legenda. Na prática, os partidos menores terão menos espaço para indicar, tanto os cargos majoritários, quanto os proporcionais. A federação será resolvida nas nacionais e deixará um rastro de confusão e incerteza nos estados.
Senado
Além de querer, indicar o candidato ao governo, o PT ainda pretende lançar a deputada federal Erika Kokay ao Senado.
Prêmio de consolação
Para os aliados deverá sobrar apenas a indicação a vice-governador e as suplências ao Senado.








