Da redação
Os advogados do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, protocolaram nesta terça-feira (20), no Supremo Tribunal Federal (STF), pedido para consultar o inquérito em que ele é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro.
O inquérito, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, também envolve o advogado Willer Tomaz de Souza e empresas ligadas a ele. Os defensores disseram ter sabido do procedimento por reportagens e pediram acesso aos documentos e habilitação nos autos eletrônicos.
Bolsonaro chamou a investigação de “fake news” e disse que sua única relação com Tomaz é a amizade. Tomaz declarou não haver irregularidade e questionou a divulgação das informações a poucos dias do segundo turno.
Na Justiça Federal gaúcha, a apuração envolvia lavagem e casas de apostas; chegou ao STF em 8 de outubro por foro privilegiado de Bolsonaro. A Polícia Federal apontou indício de que Bolsonaro seria sócio de fato e acesso como administrador à conta da Alcazar Holding.




