Da redação
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que não pretende utilizar a equipe de segurança da Polícia Federal durante a campanha eleitoral. Declarou, em redes sociais, que teme possíveis “infiltrados” e não confia na atual direção do órgão, chefiada por Andrei Passos Rodrigues.
Segundo Flávio Bolsonaro, os agentes reservados à sua segurança deveriam ser direcionados para investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. Ele mencionou, ainda, ausência de investigações sobre Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS”, escreveu.
O senador afirmou também que vem sendo acompanhado por seguranças e, em compromissos públicos, utiliza colete à prova de balas. Flávio Bolsonaro reiterou que abre mão do recurso previsto para candidatos à Presidência, sob a justificativa de falta de confiança na atual chefia da corporação.
A Polícia Federal iniciará uma operação para proteção de candidatos à Presidência após a homologação das candidaturas e solicitação formal das campanhas. A estrutura mobilizará até 458 servidores, contando com veículos blindados, equipamentos antidrone e kits antibomba, com orçamento estimado em R$ 95 milhões. O efetivo e recursos serão definidos conforme o nível de risco, segundo a corporação.





