Da redação
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, reuniu-se nesta quarta-feira (25) com deputados, senadores e dirigentes do PL em Brasília, buscando promover unidade após recentes conflitos familiares. Durante o encontro, Flávio chorou ao relatar a prisão do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente detido na Papudinha, e afirmou que, se eleito, o ex-presidente estará presente em sua posse em janeiro de 2027.
No encontro, Flávio anunciou ter protocolado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para acabar com a reeleição no Brasil, destacando que a medida é um projeto de país, não pessoal. Até o momento, 14 parlamentares apoiam a proposta, que precisa do endosso de 171 deputados ou 27 senadores para tramitar.
Segundo relatos de congressistas, o objetivo do senador foi aparar arestas e engajar a base, ressaltando satisfação com pesquisas que demonstram viabilidade contra o presidente Lula (PT). Flávio sentou-se entre o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que recentemente protagonizou desavenças públicas com Eduardo Bolsonaro (PL).
Flávio minimizou as intrigas familiares e partidárias, defendendo a união da direita para derrotar o PT nas próximas eleições. Nikolas Ferreira e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara, reforçaram o discurso de união. Michelle Bolsonaro não compareceu à reunião; sua ausência foi atribuída a uma visita simultânea ao ex-presidente.
O senador também comentou sobre palanques já definidos em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, e garantiu que as alianças estaduais serão resolvidas internamente. O PL, maior partido no Congresso, tem 87 deputados e 15 senadores e, ainda nesta noite, promoveria um jantar para toda a bancada.






