Da redação
A quantidade de banheiros químicos foi insuficiente para os foliões nos blocos Vou de Táxi e da Pabllo, nesta segunda-feira, 16, na região do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. O Estadão presenciou longas filas, foliões urinando na rua e acúmulo de sujeira durante o evento.
Segundo o Estadão, o número de sanitários químicos disponibilizados em 2024 caiu cerca de 30% em relação ao ano anterior, totalizando 1,9 mil por dia. No total, a Prefeitura prevê 15,3 mil diárias de equipamentos para os oito dias de programação oficial do carnaval.
O contrato firmado entre a Prefeitura e a SPTuris, responsável pelo carnaval de rua pelo segundo ano consecutivo, representa R$ 4,1 milhões. Em 2023, foram executadas 21,7 mil diárias, enquanto o planejamento inicial previa pelo menos 33 mil.
A expectativa para o carnaval de rua de 2026 é de mais de 600 desfiles e público de 16,5 milhões de pessoas. No entanto, foliões relataram dificuldades com a infraestrutura sanitária já nas primeiras datas deste ano.
Em nota, a gestão Ricardo Nunes (MDB) afirmou que a estrutura foi planejada considerando a “magnitude da festa e o padrão adotado em edições anteriores, bem-sucedidas”. Segundo a Prefeitura, a quantidade de banheiros foi definida após avaliações bloco a bloco, com previsão inicial de 16 mil diárias, podendo ser ampliada conforme a demanda.








