Início Brasil Fraudadores do auxílio emergencial terão de devolver dinheiro, diz Cidadania

Fraudadores do auxílio emergencial terão de devolver dinheiro, diz Cidadania

Ministério da Cidadania informou que os fraudadores do auxílio emergencial podem ser alvo de processos civis e penais. Pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva mostra que 1/3 das famílias de classes A e B pediram o auxílio emergencial de R$ 600 pago pelo governo. Entram nessa classificação pessoas com renda pessoal acima de R$ 1.780.

Quais os indícios de fraude? Essas pessoas recebem acima do limite permitido. Pela lei, só podem receber o benefício pessoas com renda individual máxima de R$ 522,50 ou familiar de até R$ 3.135.

O que diz a Cidadania? “Sem prejuízo das sanções civis e penais cabíveis, o trabalhador que prestar declarações falsas ou utilizar qualquer outro meio ilícito para indevidamente ingressar ou se manter como beneficiário do auxílio emergencial, será obrigado a ressarcir os valores recebidos de forma indevida”.

Como essa devolução é feita? É preciso entrar na página devolucaoauxilioemergencial.cidadania.gov.br , inserir o CPF do beneficiário que deseja fazer o retorno do dinheiro e escolher a opção que for mais conveniente: gerar uma Guia de Recolhimento da União (GRU), que pode ser paga no Banco do Brasil, ou uma que pode ser recebida em toda a rede bancária.

Por que tantas falhas? O Ministério da Cidadania diz que não é fácil analisar tantos pedidos, mas que “o auxílio emergencial conta com um modelo de governança que, tem desde seu início, o conceito de parcerias com órgãos de controle e fiscalização que auxiliam na transparência da iniciativa, como é o caso dos acordos de cooperação técnica firmados com a Controladoria-Geral da União (CGU) e com o Tribunal de Contas da União (TCU)”.

“A tarefa está longe de ser fácil, em especial, pela exígua velocidade para construir, implantar e revisar de forma constante cada processo de trabalho. O compromisso desta gestão é com a melhor aplicação dos recursos públicos aos cidadãos que mais precisam.”

Fonte: Agência Brasil