Início Distrito Federal GDF proporciona avanços na Saúde Feminina e Investimento no Hospital de Brazlândia

GDF proporciona avanços na Saúde Feminina e Investimento no Hospital de Brazlândia

Da redação do Conectado ao Poder

Na busca de melhorar o atendimento oferecido às mulheres. A Secretaria de Saúde (SES-DF) e o Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF), integraram suas forças em prol de diminuir o número de mulheres que aguardam por exames de mamografia na rede pública de saúde. De acordo com Jacqueline Moser, gerente de Serviços de Apoio Diagnóstico da SES-DF, somente em abril deste ano, 14.573 mulheres estavam na expectativa de conseguir realizar o exame, no mês de prevenção ao câncer de mama, essa lista conseguiu ser zerada. “Nossos equipamentos de mamografias estão funcionando bem e possuem contrato de manutenção. Deslocamos o esforço dos servidores para conseguir aumentar o número de atendimentos”, explica.

O aumento do número de exames de mamografia realizados pela rede pública de saúde do Distrito Federal é o resultado de uma alta demanda. No ano de 2022, no mês de outubro foram 4.088 exames solicitados pela comunidade. Conforme explica Lucilene Florêncio, secretária de Saúde. O principal objetivo é ajudar não somente na prevenção do câncer de mama, mas também em um possível diagnóstico, auxiliando, quando necessário, em um tratamento mais precoce da doença. “A mamografia é um exame fundamental para assegurar o diagnóstico precoce do câncer de mama. A velocidade do atendimento é determinante para o sucesso de um eventual tratamento. Ao conseguirmos manter essa lista de espera praticamente zerada, asseguramos o direito das mulheres do DF a ter acesso à saúde plena”, destacou Florêncio.

As mulheres interessadas em conseguir realizar as mamografias, de maneira gratuita, devem previamente se deslocarem até uma Unidade Básica de Saúde (UBS), após o atendimento inicial, a paciente poderá ser encaminhada para um dos Hospitais que realizam o exame.

Novos investimentos

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), já tem um novo projeto para comandar dentro do Distrito Federal. O pronto-socorro do Hospital Regional de Brazlândia (HRBZ) passará por reformas. No total, R$ 22.904.742,99 estão sendo investidos na ampliação do ala emergencial da unidade de saúde.

Fernando Leite, presidente da Novacap, destacou a importância que a empresa deposita não somente em obras estruturantes pelas vias da cidade, mas também em ajudar a proporcionar mais qualidade no atendimento da comunidade. “O Hospital Regional de Brazlândia é importantíssimo para o Polo Oeste do Distrito Federal e merece toda a atenção. Estamos comprometidos em garantir uma reforma e ampliação de qualidade, que atenda às demandas atuais e ofereça o melhor à nossa população”, ressaltou Leite.

Entre as melhorias no pronto socorro do Hospital de Brazlândia estão a renovação da rede elétrica, a construção de um novo bloco de internação e atenção para a acessibilidade do local. Assim como reforça Vinicius Lopes de Lima, assessor-chefe da Secretaria de Saúde. “Esta obra é de grande relevância para a comunidade. Em breve, a população terá à disposição um pronto-socorro mais moderno e confortável, além de outras ações que aumentarão a comodidade dos pacientes”.

Medicamentos personalizados

Em uma importante iniciativa, a Secretaria de Saúde (SES-DF), por meio do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) está se destacando ao personalizar as dosagens de medicamentos. Este projeto está direcionado para pacientes com doenças oncológicas, psiquiátricas, imunossupressoras e anticonvulsivantes, o intuito é reduzir os efeitos colaterais dessas terapias. “A dose de tratamento é muito próxima da dose tóxica, por isso, temos que monitorar de perto e bem rápido”, explicou Rodrigo Filgueiras, gerente de medicamentos e toxicologia do Lacen-DF.

Essa abordagem sob medida promete trazer melhores resultados na qualidade de vida dos pacientes e estabelecer um novo padrão de cuidados de saúde no Distrito Federal. Isis Magalhães, diretora técnica do Hospital da Criança de Brasília (HCB) detalha mais sobre o projeto. “O metabolismo, contudo, é diferente em cada paciente; e pode haver toxicidade do quimioterápico no organismo, não pela dose, mas pela farmacodinâmica do medicamento”. Ela ainda complementa: “Dependendo da dosagem, rapidamente nós temos que usar algumas medicações para retirar o efeito e a toxicidade.”