Da redação
No sertão do Ceará, um idoso de 80 anos vive sozinho em uma casa de taipa centenária. A rotina simples é marcada pela busca diária de água em cacimbas, uma realidade comum em áreas rurais isoladas da região.
A moradia conta com paredes de barro e estrutura rústica, revelando a resistência das construções tradicionais diante das adversidades do clima e da falta de infraestrutura. O acesso à água potável depende das cacimbas, poços escavados manualmente, utilizados por moradores para suprir necessidades básicas.
Sem acesso a serviços essenciais, o idoso prepara as refeições em um fogão a lenha, equipamento também tradicional nessas comunidades. Esse modo de vida contrasta fortemente com a modernidade das grandes cidades, onde saneamento básico e facilidades domésticas são comuns.
A história destaca a persistência de condições precárias no interior nordestino, apesar dos avanços urbanos em outras regiões do país. Caso como o desse idoso evidenciam desafios enfrentados por populações que ainda dependem de métodos antigos para sobreviver.
A cena revela a existência de um Brasil rural longe da infraestrutura básica, onde a tradição e a necessidade moldam a rotina diária de muitos cidadãos.





