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IgesDF amplia pesquisas científicas com liderança feminina

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Da redação

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) registra 145 pesquisas em andamento em 2025, sendo 29 patrocinadas. Os estudos concentram-se em segurança do paciente, doenças crônicas e infecciosas, alta complexidade e inovação em processos e gestão em saúde.

No Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado nesta quarta-feira (11), o IgesDF enfatiza o papel das mulheres na produção de conhecimento que beneficia o Sistema Único de Saúde (SUS). As pesquisas não patrocinadas surgem das demandas da rede pública e são conduzidas por profissionais do instituto, enquanto as patrocinadas contam com apoio de instituições parceiras e da indústria, permitindo acesso a novas tecnologias e tratamentos.

A Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) coordena as iniciativas, promovendo práticas baseadas em evidências e qualificação profissional. Emanuela Dourado, diretora da Diep, afirma que celebrar a data reconhece o papel fundamental das mulheres na ciência e na saúde pública, reforçando a equidade e a diversidade como essenciais para a inovação.

Segundo Ana Carolina Lagoa, gerente de Pesquisa, os estudos nascem da prática assistencial nos hospitais e Upas do Distrito Federal. Os projetos passam por aprovação do Conselho Científico, da Diep e do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP/IgesDF), e o instituto incentiva a divulgação dos resultados. Parcerias com Hospital Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, USP, UnB, Monash University, Universidade de Melbourne e empresas como GSK e Takeda impulsionam o avanço das pesquisas, trazendo soluções inovadoras para o SUS e melhorando diagnósticos, protocolos e chances de recuperação.

A médica Liliana Sampaio Costa Mendes, que atua no Hospital de Base desde 2001 e é doutora em gastroenterologia pela USP, coordena estudos sobre cirrose, doenças raras e câncer hepático. Segundo ela, a pesquisa permite rever conceitos e identificar riscos precocemente, salvando vidas, e exige tempo dedicado e paixão pelo tema. Para o IgesDF, investir em pesquisa significa soluções eficientes e sustentáveis para a saúde pública. Ana Carolina destaca o comprometimento das mulheres, e Emanuela conclui que a presença feminina fortalece a ciência e a conecta às necessidades da sociedade.