Início Distrito Federal Inflação desacelera em Brasília, mas alimentos seguem pressionando o orçamento

Inflação desacelera em Brasília, mas alimentos seguem pressionando o orçamento


Da redação

A prévia da inflação oficial em Brasília desacelerou de 0,76% em setembro para 0,28% em outubro. O IPCA-15 acumula alta de 4,10% no ano e de 4,76% em 12 meses, acima da média nacional, de 4,62%.

Os alimentos foram o principal foco de pressão para as famílias brasilienses, com alta de 0,88% no mês. O tomate avançou 29,48%, o limão subiu 28,41% e o arroz ficou 6,06% mais caro. Batata e cebola também tiveram elevações de dois dígitos.

Na direção oposta, o grupo de transportes recuou 0,59%, influenciado pela queda de 14,69% nas passagens aéreas. Veículos usados e ônibus intermunicipais também ficaram mais baratos. Diesel e gasolina, porém, subiram 5,15% e 0,74%, respectivamente.

A coleta de preços ocorreu entre 16 de setembro e 14 de outubro. A desaceleração do índice geral não representa queda ampla dos preços: alimentos que encareceram seguem pressionando o orçamento, sobretudo de famílias que destinam parcela maior da renda à alimentação.