Da redação
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã informou que atacou com mísseis de cruzeiro a central de dados da empresa americana Amazon, localizada no Bahrein, e afirma ter destruído a infraestrutura do local. O Exército do Bahrein relatou ações “ilegais contra civis” atribuídas ao Irã e afirmou que conseguiu destruir vários ataques aéreos iranianos.
Segundo a Guarda Revolucionária, novos ataques atingiram radares de alerta e defesa antimíssil dos Estados Unidos no Kuwait, na Base Aérea de Jaber, e bases norte-americanas na Jordânia, incluindo o complexo de Al-Rukban. “Após essa operação de supressão de radar, o inimigo deve se preparar para ondas mais decisivas e mais pesadas de ataques de drones e mísseis”, declarou o órgão militar iraniano.
De acordo com o Comando Central dos EUA no Oriente Médio, os americanos promoveram uma nova rodada de ataques visando alvos militares iranianos, instalações marítimas, lançadores de mísseis e sistemas de defesa aérea do Irã. Ainda conforme relatos, o presidente Donald Trump declarou que pretende atacar o complexo nuclear iraniano Montanha Pickaxe, próximo às instalações de Natanz.
Os acontecimentos aumentaram o preço do barril Brent, que subiu cerca de 2%, alcançando US$ 90. Os houthis do Iêmen, aliados do Irã, anunciaram bloqueio naval contra a Arábia Saudita no Estreito de Bab el-Mandeb. De acordo com Fatih Birol, diretor executivo da Agência Internacional de Energia, a escalada regional ameaça a segurança do abastecimento global de combustíveis.





