Da redação
O Flamengo empatou em 1 a 1 com o Estudiantes na Argentina, nesta quarta-feira, pela terceira rodada da fase de grupos da competição continental. Após o confronto, o diretor de futebol José Boto criticou a atuação da arbitragem e expressou preocupação com o desgaste físico dos jogadores rubro-negros.
No pós-jogo, José Boto manifestou insatisfação ao afirmar que a arbitragem foi permissiva em lances considerados graves. Segundo o dirigente, o árbitro chileno Piero Maza permitiu nível excessivo de contato físico, causando preocupação com a integridade dos atletas. “Estamos ali dentro com uma série de jogadores cheios de hematomas”, declarou.
Boto relatou que a condução da arbitragem diferiu do padrão adotado em outros países da competição. Para ele, houve dois lances em que os atletas adversários deveriam ter sido expulsos, mas o árbitro optou por não aplicar a punição máxima. “Há dois lances claramente de expulsão que ele deixa para trás e é impossível jogar assim”, afirmou o diretor.
O dirigente ainda cobrou ação por parte da entidade responsável pelo torneio. “A Conmebol tem que ver como os árbitros apitam aqui na Argentina. Apitam de uma forma aqui e fora, de outra. Se virem nossa equipe, parece que vieram de uma guerra. É um alerta”, completou Boto.
Dois lances específicos motivaram a revolta do Flamengo. Aos 38 minutos do primeiro tempo, Farías atingiu Emerson Royal por trás e recebeu apenas cartão amarelo. Na etapa final, Palacios, já advertido, cometeu falta dura em Bruno Henrique sem a bola, mas a arbitragem marcou somente a infração, sem nova punição disciplinar.
O Flamengo permanece na liderança do Grupo A, com sete pontos, seguido pelo Estudiantes, que soma cinco. Independiente Medellín e Cusco vêm na sequência, com um e zero pontos, respectivamente. As duas equipes se enfrentam nesta quinta-feira, na Colômbia, encerrando a terceira rodada da chave.






