Início Esporte Leila Pereira questiona parceria Flamengo-Fluminense no Maracanã e responde críticas de Bap

Leila Pereira questiona parceria Flamengo-Fluminense no Maracanã e responde críticas de Bap


Da redação

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, questionou a parceria entre Flamengo e Fluminense na administração do Maracanã durante entrevista ao Palmeiras Cast, realizada nesta terça-feira em São Paulo. A dirigente levantou dúvidas sobre possível conflito de interesses, já que os clubes disputam as mesmas competições do futebol brasileiro.

Segundo Leila Pereira, “o Flamengo é sócio do Fluminense na administração do Maracanã, mas eles têm negócio juntos e jogam o mesmo campeonato. Pode?”. Ela sugeriu que esta situação deveria receber maior atenção do cenário esportivo nacional. O debate reacendeu discussões sobre transparência e governança na gestão de estádios no país.

A presidente do Palmeiras também mencionou o recente adiamento de uma partida entre Flamengo e Fluminense, após dificuldades logísticas enfrentadas pelo Rubro-Negro na Copa Libertadores. “Dois clubes serem sócios no Maracanã, jogando o mesmo campeonato. E agora, recentemente, conseguiram alterar o jogo do Flamengo contra o Fluminense. Isso não é um conflito? Será?”, indagou.

Além dessas críticas, Leila respondeu a Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo, sobre um empréstimo da Crefisa ao Vasco. “Então por causa disso eu estou comprando o Vasco? Não estou”, afirmou, rejeitando qualquer associação dela ou de sua família com interferência no clube carioca, inclusive diante de rumores sobre a venda da SAF do Vasco.

Leila reforçou que acha “muito esquisito” dois clubes serem sócios na administração do Maracanã e assinarem juntos pedido para alteração de datas de jogos na CBF. A dirigente ainda sugeriu que Bap deveria se concentrar em questões do Flamengo ao invés de comentar sobre o Palmeiras.

A troca de críticas entre Leila Pereira e Luiz Eduardo Baptista prossegue, envolvendo outros temas como o uso de gramado sintético. Bap defendeu que “em um campo desses você não joga futebol” e declarou que é “uma vergonha que a gente aceite isso no Brasil”, destacando que o Flamengo faz campanha contra o gramado de plástico nos estádios.