Da redação
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio da ministra Luciana Santos, informou em entrevista em Brasília que uma iniciativa vinculada ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) evitou a saída de mais de 2.500 pesquisadores entre 2023 e 2026.
Profissionais puderam voltar ao país ou desenvolver pesquisas em redes internacionais. O Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), financiado pela Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), garantiu aportes contínuos e viabilizou investimentos de R$ 53 bilhões.
A pasta busca reduzir a dependência externa em semicondutores, inteligência artificial e terras raras. Projetos incluem um supercomputador para Macaíba (RN), parceria com a Paraíba para adquirir o primeiro computador quântico do país e a plataforma SoberanIA, que reúne mais de 200 bilhões de palavras.
O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial já executou mais de 64% das metas e prevê R$ 25 bilhões em cinco anos. “Conhecemos menos de 30% do subsolo brasileiro. Mesmo assim, já somos a 2ª reserva mundial de terras raras”, disse Santos.



