Da redação do Conectado ao Poder
Pesquisa revela que Lula lidera todos os cenários do 1º e 2º turnos, aumentando sua margem em relação a Tarcísio e outros candidatos.

O presidente lula lidera as intenções de voto em todos os cenários para o 1º e 2º turnos das eleições de 2026, de acordo com a pesquisa recente da Quaest. O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 17 de agosto e traz dados significativos antes do indiciamento do ex-presidente jair bolsonaro e seu filho, eduardo bolsonaro, pela Polícia Federal.
A pesquisa mostrou que lula se destaca em um eventual segundo turno, superando o atual governador de São Paulo, tarcísio de freitas, com quem estava em empate técnico na pesquisa de julho. A Quaest ouviu 12.150 pessoas, e a margem de erro é de dois pontos percentuais.
Entre os cenários estimulados para o 1º turno, lula aparece da seguinte forma:
- Cenário 1: lula (34%), jair bolsonaro (28%), ciro gomes (8%);
- Cenário 2: lula (35%), michelle bolsonaro (21%);
- Cenário 3: lula (35%), tarcísio de freitas (17%);
- Cenário 4: lula (34%), eduardo bolsonaro (15%);
- Cenário 5: lula (35%), flávio bolsonaro (14%).
No contexto do 2º turno, as diferenças entre lula e seus possíveis adversários são expressivas:
- lula vs bolsonaro: lula (47%), bolsonaro (35%);
- lula vs tarcísio: lula (43%), tarcísio (35%);
- lula vs michelle: lula (47%), michelle (34%);
- lula vs ratinho júnior: lula (44%), ratinho (34%);
- lula vs eduardo leite: lula (46%), eduardo (30%);
- lula vs eduardo bolsonaro: lula (47%), eduardo (32%);
- lula vs romeu zema: lula (46%), zema (32%);
- lula vs caiado: lula (47%), caiado (31%);
- lula vs flávio bolsonaro: lula (48%), flávio (32%).
Apesar da vantagem, a pesquisa revelou que 58% dos eleitores acreditam que lula não deve se candidatar à reeleição, mesmo que 39% ainda defendam sua postulação. Para bolsonaro, 65% acham que ele deveria desistir de uma nova candidatura e apoiar outro candidato.
As oscilações nas intenções de voto indicam uma complexa dinâmica na política brasileira para 2026, onde as percepções sobre os dois principais líderes políticos do país permanecem em constante mudança.





