Da redação
A defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o cancelamento do registro do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Avante-MG).
A defesa contesta pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL) para vincular o canal à campanha e o acusa de transferir à campanha responsabilidades pelas publicações. Chamou a petição de “abuso do direito de petição, a serviço do tumulto processual na reta final da campanha eleitoral”.
Atendendo a pedido da campanha de Flávio, o presidente do tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, deu 24 horas às empresas Meta, Google e X para explicar suspeitas de ações coordenadas. A campanha alegou que Janones orientou seguidores a pesquisar no Google “Bolsonaro mandou matar Lula”.
A Meta havia afirmado não ter identificado comportamento coordenado no WhatsApp, mas a campanha questionou os critérios usados. Marques exigiu relatório técnico, análise de possíveis ações entre plataformas e preservação de registros sobre movimentações suspeitas entre 18 e 20 de outubro.



