Da redação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerrou a parte pública da reunião ministerial, realizada nesta quarta-feira, 3, em Brasília, com um comentário bem-humorado. Ao justificar o fim da transmissão para a imprensa, Lula afirmou: “ou vou ser xingado ou vou xingar”, ressaltando que não queria divulgação das divergências internas.
Durante a reunião, Lula solicitou aos jornalistas que se retirassem, reforçando que a próxima etapa ocorreria sem cobertura externa. Ele enfatizou: “Não quero que a imprensa divulgue nossas divergências aqui”, mantendo o tom descontraído com os ministros e repórteres presentes no evento.
Além do presidente, a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, participou ativamente, apresentando um balanço das entregas realizadas pelo governo e detalhando as ações programadas para os próximos meses. Em seguida, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, expôs dados sobre o desempenho econômico do país e comentou perspectivas futuras.
A programação informada antecipou também a participação do ministro do Planejamento, Bruno Moretti, que discursaria posteriormente. Durante as intervenções, os ministros alinharam temas centrais relacionados à gestão pública, à agenda de entregas e à situação fiscal do governo federal.
Conforme tradição em reuniões do Alto Escalão, é costume a palavra ser concedida ao ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira. Ele orienta integrantes do governo sobre a comunicação institucional e política, buscando sintonia no discurso adotado nas declarações públicas dos ministros.
Reuniões ministeriais, como a desta quarta-feira, são rotina no governo federal para avaliação de políticas, prestação de contas das ações e planejamento estratégico. Esses encontros ocorrem periodicamente no Palácio do Planalto, reunindo representantes das principais pastas do Executivo.






