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Maria Alice realiza o sonho de ser bailarina em projeto no Itapoã

Da redação do Conectado ao Poder

Iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania em parceria com o Instituto Florescer promove inclusão e autoestima entre as alunas.

A Praça dos Direitos do Itapoã se tornou um espaço de esperança e realização de sonhos. Desde julho de 2025, 120 meninas da região têm a oportunidade de se tornarem bailarinas através de um curso de balé totalmente gratuito. Esta ação é uma parceria entre a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal e o Instituto Florescer, que transformou o espaço em um ambiente acolhedor e reformado para as aulas.

Maria Alice, de 7 anos, é uma das participantes. A aluna encontrou no balé uma forma de se expressar e superar desafios, como o diagnóstico de TDAH. “Ela melhorou demais”, conta sua mãe, Eveline, que sempre sonhou em ver suas filhas dançando. Com as aulas, a menina agora se sente valorizada e feliz, trazendo luz à casa da família.

A estrutura do curso inclui uma sala com piso novo, espelhos e um ambiente seguro, promovendo dignidade e pertencimento. Para os moradores do Itapoã e do Paranoá, essa inciativa não é apenas sobre dança, mas também sobre inclusão e desenvolvimento social.

No último fim de semana, a comunidade pôde celebrar o progresso das jovens bailarinas durante uma Amostra Artística. As alunas encantaram o público com suas apresentações, sendo Ana Júlia, de 5 anos, uma das estrelas do evento. “Eu amo fazer balé. Adoro!”, disse a pequena, enquanto sua mãe, Rafaela, se emocionava ao ver a filha realizando um sonho que também foi dela.

Além do balé, a Praça dos Direitos oferece diversas atividades, como futebol, capoeira e aulas de reforço escolar, reforçando seu papel como um espaço de oportunidades e transformação. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destaca a importância desse projeto: “Mais do que dança, é trazer a chance de experimentar novas culturas e construir um futuro melhor.”

A professora Katiane Santos, responsável pelas aulas, enfatiza que o projeto oferece muito mais que ensinamentos técnicos. Ela acredita que a arte pode mudar vidas e proporcionar novas trajetórias. Com a dedicação das professoras e a vontade das alunas, a dança no Itapoã cresce e se multiplica, trazendo esperança para cada vez mais meninas na comunidade.