Da redação
O mercado imobiliário do Distrito Federal movimentou R$ 4,85 bilhões em vendas no mercado primário em 2024, com valorização média de 8% nos imóveis. Segundo a oitava edição do Anuário do Mercado Imobiliário de 2025, elaborado pela QuadraImob Inteligência Imobiliária, foram 6 mil unidades comercializadas, com ticket médio de R$ 808,6 mil e preço médio do metro quadrado de R$ 14,25 mil, alta de 7,9% em relação ao ano anterior.
Nos lançamentos, o Valor Geral de Vendas (VGV) atingiu R$ 4,43 bilhões, distribuídos em 40 novos empreendimentos. Destes, 24 são de alto e médio padrão, apresentando ticket médio de R$ 1,39 milhão. O segmento econômico somou 16 empreendimentos, 2.373 unidades e VGV de R$ 877,59 milhões, com ticket médio de R$ 369,82 mil.
O estudo destaca três polos principais: o Noroeste lidera no alto padrão; Águas Claras, com 2.238 unidades e valor médio de R$ 12,1 mil/m², concentra 29% da oferta de médio padrão; Samambaia se destaca no segmento econômico, registrando valorização de 12,83%, com valor médio de R$ 7,49 mil/m². Entre tendências, Rogério Oliveira, sócio da QuadraImob, aponta Jardim Botânico, Sobradinho e Recanto das Emas como vetores de expansão nos diferentes segmentos.
Com a sanção do novo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) pelo governador Ibaneis Rocha, o setor aguarda intensificação na fiscalização urbana. Celestino Fracon Júnior, presidente da Ademi-DF, ressalta a importância da participação social e de uma comissão permanente para implementar e garantir o cumprimento das novas normas.
No comércio, 75,4% dos lojistas do DF registraram aumento nas vendas no Carnaval, segundo a Fecomércio-DF. Em outra frente, o DF é pioneiro ao integrar a Rede Equidade, voltada à inclusão, equidade e diversidade na gestão pública, parceria firmada pelo secretário Daniel Izaias de Carvalho e a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.






