Da redação
Raul Jungmann morreu neste domingo (18/1), aos 73 anos, em Brasília. Ele estava internado no hospital DFStar, onde tratava um câncer no pâncreas, diagnosticado há mais de dois anos. A informação foi confirmada por interlocutores ao Correio.
Com uma trajetória marcante na vida pública brasileira, Jungmann ocupou cargos de destaque no Executivo federal. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, foi ministro da Reforma Agrária. Anos depois, retornou ao primeiro escalão como ministro da Defesa e, posteriormente, da Segurança Pública.
Após deixar a política institucional, Jungmann migrou para o setor privado. Ele presidia o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), função que exerceu até o agravamento de seu quadro de saúde.
Reconhecido pela atuação em áreas estratégicas do Estado, Jungmann deixa um legado associado à gestão pública. Sua carreira foi marcada pelo debate em torno do desenvolvimento e da segurança no país.
Jungmann permaneceu à frente do Ibram enquanto possível, reforçando sua dedicação às questões nacionais até seus últimos dias.






