Da redação
Neste 24 de março, as Nações Unidas celebram o Dia Internacional do Direito à Verdade Relativo às Violações Graves dos Direitos Humanos e à Dignidade das Vítimas. A data ressalta o direito à verdade como resposta à gravidade das transgressões dos direitos humanos e de abusos do direito humanitário.
A iniciativa chama atenção para o sofrimento de familiares de vítimas de execuções sumárias, desaparecimentos forçados, pessoas desaparecidas, crianças sequestradas e casos de tortura que exigem respostas sobre o paradeiro e o destino dos afetados. O reconhecimento do direito à verdade visa garantir o esclarecimento completo dos fatos.
Outra preocupação destacada pelas Nações Unidas é apurar as circunstâncias específicas e os participantes dessas ações, bem como divulgar informações sobre as situações e os motivos dessas violações. O objetivo é buscar a transparência sobre os eventos ocorridos e as causas dos abusos.
O Dia Internacional foi proclamado em 2010 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em memória ao assassinato do Arcebispo Óscar Arnulfo Romero, de El Salvador, ocorrido após ele denunciar violações de direitos humanos. A data homenageia Romero por atuar em defesa dos mais vulneráveis.
Além de prestar tributo às vítimas de graves violações, a celebração valoriza todos que dedicaram ou perderam suas vidas na promoção e proteção dos princípios fundamentais, reforçando a importância do direito à verdade e à justiça, segundo as Nações Unidas.





