Por Sandro Gianelli

Paulo Fernando
Pré-candidato a deputado federal
Como você avalia a independência do voto relacionado ao Executivo e ao Legislativo por parte do eleitor?
O ideal numa eleição é que o eleitor vote em pessoas que tenham opiniões e defesas similares. Que defendam as mesmas teses. Um exemplo, quem é contra o aborto que vote em partido e candidatos que são contra.
Qual a importância desse voto alinhado ideologicamente?
Em Brasília, nas eleições de 2018, a maioria dos eleitores votou no presidente Bolsonaro. Porém, as votações para Câmara e o Senado não acompanhou as defesas do presidente, ou seja, a pessoa vota no presidente, pleiteando mudanças e vota em deputados e senadores de pensamentos opostos. Isso dificulta a aprovação de projetos.
Falta coerência no voto do eleitor?
Completamente. O eleitor precisa ter uma certa coerência em seu voto.
Esse é um dos motivos dos presidentes e governadores nem sempre conseguirem aprovar o que prometeram?
Exato, veja, nós elegemos o senadores Izalci Lucas e Leila Barros, que inicialmente eram de partidos de oposição ao presidente, o importante é que tenhamos uma base de apoio elegendo parlamentares que tenham os mesmos pensamentos, defesas e projetos.
Essa entrevista faz parte do Coluna do Gianelli de hoje (29). Clique e confira






