Da redação
O petista quer se mostrar o correto, mas seu passado não nega o modo preconceituoso de agir

Agir de forma politicamente correta talvez seja uma das características dos partidos de esquerda, como é o caso do Partido dos Trabalhadores (PT), que completou, na última quinta-feira (10), 42 anos de existência. No entanto, alguns integrantes do partido, como é o caso de Lula, agem de forma contrária aos valores que são pregados.
Por meio de suas redes sociais, Lula disse que “precisamos lutar com todas as forças para que o ódio que matou um trabalhador imigrante, e que todos os dias mata mulheres, negros, índios, gays, lésbicas e transexuais seja banido para sempre”, palavras que mostram o senso de justiça, algo que todo e qualquer ser humano deveria ter, mas se o passado das falas do petista for visualizado, a situação é colocada como falsa.
Em conversa com a ex-presidente Dilma Rousseff, Lula soltou a seguinte frase: “Cadê as mulheres de g*#!% d%*# do nosso partido?”, mas a falta de respeito e grosseria não parou por aí. “Pelotas é cidade Polo, né? Exportadora de v%!#*@”, também foi uma das falas preconceituosas do petista, além da exposição de sua ex-mulher, Miriam Cordeiro, que disse que “ele nunca suportou negros. Em nosso tempo de namoro, ele dizia que detestava negro”. Contudo, toda a situação mostra o falso moralismo do homem que se diz defensor das minorias. Cabe ao povo entender quem de fato é Lula, que tenta ser o correto, mas escorrega em suas próprias falas.




