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Operação do SIG de Carapicuíba busca prender seis sequestradores; dois já foram detidos na fase inicial

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Da redação

A Polícia Civil, por meio do Serviço de Investigações Gerais (SIG) de Carapicuíba, iniciou uma operação para capturar seis suspeitos de envolvimento em crimes de sequestro na região metropolitana de São Paulo. A ação, que mobiliza equipes especializadas, visa localizar e prender os principais integrantes de uma quadrilha já identificada em investigações recentes, além de desarticular eventuais bases de apoio aos acusados.

Na primeira fase da operação, dois sequestradores foram presos em ações distintas, após o cumprimento de mandados de busca e apreensão em pontos estratégicos de Carapicuíba e cidades vizinhas. Segundo a polícia, os detidos já tinham histórico de crimes semelhantes e foram identificados por levantamentos de inteligência que ligaram seus nomes a padrões de extorsão mediante cárcere privado.

Os sequestros investigados geralmente envolvem solicitações de resgates financeiros e coerção de familiares, dificultando as investigações. As quadrilhas utilizam veículos adulterados e alteram rotas para despistar rastreamento por GPS, além de trocar telefones celulares para evitar a comunicação das vítimas com as autoridades. Para combater essas táticas, o SIG adota protocolos específicos de análise de dados e mapeamento de regiões de risco.

O SIG de Carapicuíba foi criado há mais de dez anos para combater crimes complexos como sequestro, homicídio e roubos a banco. Com uma equipe de investigadores, peritos e analistas, o serviço atua em integração com outras delegacias e com apoio da Polícia Militar, garantindo maior efetividade nas operações e na execução de ordens judiciais.

Na segunda fase da operação, os policiais buscam cumprir mandados judiciais em endereços ligados aos demais quatro suspeitos, com objetivos de prender, apreender documentos e obter provas como registros telefônicos, transações bancárias e imagens de câmeras de segurança. A expectativa, segundo as autoridades, é que as prisões enfraqueçam o grupo criminoso e previnam novos casos na região.