Da redação
Servidores técnico-administrativos de universidades e institutos federais seguem em greve por tempo indeterminado em 53 instituições, abrangendo 150 campi em todo o país. A paralisação ocorre após um acordo firmado com o governo federal em 2024, que ocorreu no final de uma greve que se estendeu por cerca de três meses.
A categoria alega que os compromissos assumidos naquele pacto não foram devidamente cumpridos pelo governo. Os trabalhadores reivindicam a implementação total dos pontos acertados para que o retorno às atividades possa ser viabilizado.
O impasse evidencia tensões entre o Executivo federal e os servidores das instituições de ensino superior federais. Os funcionários mantêm a mobilização à espera de uma nova rodada de negociações ou de algum avanço no atendimento das reivindicações.
A greve afeta o funcionamento administrativo e pode comprometer diferentes setores das universidades e institutos, espalhados por diversas regiões brasileiras.
Até o momento, não há previsão de encerramento da paralisação enquanto as reivindicações da categoria não forem atendidas conforme o acordo estabelecido.






