Da redação
Magistrado do Supremo Tribunal Federal recebeu remessa de documentos da Polícia Federal (Foto: Instagram).
A Polícia Federal, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, é responsável por apurar crimes federais, como corrupção, lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro e delitos praticados em mais de um estado. Cabe à PF coletar elementos de prova e fornecer suporte técnico-científico para a instauração e a instrução de processos judiciais.
O Supremo Tribunal Federal, sob a presidência do ministro Edson Fachin, julga ações de natureza constitucional e controvérsias envolvendo autoridades com foro privilegiado. Nomeado ao STF em abril de 2015, Fachin tem experiência em Direito Constitucional e no combate à corrupção. Como presidente, superintende sessões plenárias, zela pelo cumprimento do regimento interno e articula o funcionamento das turmas e dos regimes de plantão. A interação com a PF ocorre prioritariamente quando há investigação envolvendo foro por prerrogativa de função.
Após o recebimento, o presidente do STF analisará os documentos incorporados aos autos de processos sob sua relatoria ou sob análise do plenário. Conforme a relevância e a urgência das informações, poderá expedir instruções para coleta de mais elementos ou determinar diligências complementares à própria PF, ao Ministério Público Federal ou a outras instâncias competentes.
O procedimento institucional entre PF e STF evidencia o papel do compartilhamento de informações na efetividade das decisões judiciais. A formalização da remessa de dados demonstra o compromisso das instituições com diálogo e cooperação técnica, reforçando a transparência e a legalidade em investigações e julgamentos no país.








