Da redação
A Polícia Federal (PF) informou nesta terça-feira (18) que os dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro foram reinseridos nos sistemas da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, após terem sido excluídos pela própria corporação.
Segundo a PF, após a exclusão, os arquivos voltaram a ser reintroduzidos porque também estavam armazenados em um sistema de nuvem da Apple. O envio desses dados foi solicitado pela presidência da CPMI diretamente à empresa de tecnologia, o que resultou em um novo download e armazenamento fora da cadeia de custódia estabelecida judicialmente.
O caso foi comunicado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso Master. Na segunda-feira (16), Mendonça havia proibido a CPMI do INSS de acessar novos dados advindos da quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Daniel Vorcaro.
Após a decisão judicial, os dados, que estavam armazenados em uma sala-cofre do Senado, foram devolvidos à Polícia Federal. A PF, então, realizou uma triagem para remover conteúdos relacionados à vida privada de Vorcaro.
Na terça-feira, agentes da PF compareceram novamente à sala-cofre para cumprir a determinação do STF.







