Da redação
A Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou neste sábado, 24, contra a soltura de Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). A manifestação foi assinada pelo procurador-geral, Paulo Gonet.
Segundo Paulo Gonet, não existem “fatos novos” que justifiquem a revogação da prisão preventiva de Martins. O ex-assessor está preso por supostamente ter descumprido medidas cautelares impostas pela Justiça.
A prisão preventiva de Filipe Martins foi decretada após ele, segundo as investigações, ter acessado o que estava proibido judicialmente. Detalhes sobre o conteúdo das medidas cautelares não foram informados no posicionamento da PGR divulgado neste sábado.
A avaliação da Procuradoria ressaltou a inexistência de elementos que pudessem modificar o cenário ou embasar a liberdade de Martins neste momento do processo.
Com isso, a PGR mantém o entendimento pela manutenção da prisão preventiva do ex-assessor do governo Bolsonaro, destacando que o caso não apresenta, até o momento, qualquer fato novo que autorize sua soltura.






