Da redação
A Polícia Civil prendeu neste sábado, 20, mais três pessoas investigadas pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, localizada entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo, na semana passada. As detenções ampliam o número de investigados sob custódia.
Segundo as autoridades, Maria Eduarda foi lançada da ponte sem estar presa à corda de segurança durante a prática esportiva. A jovem não resistiu à queda. As investigações apontam suspeita de irregularidades na condução da atividade no local, que atrai praticantes de esportes radicais na região.
Com as novas prisões, sobe para seis o número de pessoas detidas no âmbito do inquérito. Três suspeitos já haviam sido presos logo após o ocorrido, conforme detalhou a polícia. As identidades dos detidos e detalhes sobre o envolvimento ainda não foram divulgados oficialmente.
A Polícia Civil segue apurando a dinâmica e as responsabilidades pelo acidente. Os investigadores analisam equipamentos, depoimentos de testemunhas e registros feitos no momento do salto. O objetivo é esclarecer se houve falha técnica, imprudência na organização do evento ou descumprimento de normas de segurança.
Familiares e amigos da vítima cobram resposta rápida das autoridades. A repercussão do caso levantou debates sobre a regulamentação e fiscalização dessa modalidade esportiva. Até o momento, nenhuma acusação formal foi apresentada à Justiça contra os investigados.
Dados oficiais indicam que a Ponte do Esqueleto é um dos pontos mais procurados por praticantes de rope jump no estado de São Paulo. A procura pela atividade cresceu nos últimos anos, aumentando a preocupação com os protocolos de segurança em eventos do gênero.





