Da redação
Manter dinheiro na poupança segue sendo uma opção pouco vantajosa em 2026. Especialistas apontam que a rentabilidade desse tipo de aplicação permanece abaixo de outros investimentos conservadores disponíveis no mercado brasileiro.
O rendimento da poupança atualmente é de 6,17% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Apesar do baixo risco, essa rentabilidade não acompanha a inflação, o que resulta em perda do poder de compra ao longo do tempo. Em comparação, títulos do Tesouro Direto e Certificados de Depósito Bancário (CDBs) oferecem taxas superiores, mantendo a segurança dos recursos e protegendo melhor o patrimônio do investidor.
Com o avanço das plataformas digitais e o acesso facilitado à informação, cresce o número de brasileiros migrando para outras opções de investimento. Aplicações como fundos de renda fixa e LCIs também apresentam baixo risco e rendimentos mais atrativos que a poupança, tornando-se escolhas preferenciais para quem busca segurança sem abrir mão de melhores retornos.
Profissionais do setor financeiro orientam que a poupança pode ser utilizada apenas para reservas emergenciais de curtíssimo prazo, mas não deve ser escolhida como principal forma de investimento. “É essencial diversificar e buscar alternativas que garantam, no mínimo, a reposição da inflação”, alertam.
A tendência observada em 2026 é que investidores permaneçam atentos ao desempenho de diferentes aplicações, priorizando opções conservadoras e mais rentáveis, diante do cenário econômico do país.





