
Por Sandro Gianelli

Rosso de volta
O ex-deputado federal Rogério Rosso protagonizou uma das filiações mais prestigiadas do Distrito Federal nas prévias das eleições de 2022. Dentre outros, o ato contou com a presença do ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira e da ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência, Flávia Arruda.
União neles
O empresário Fernando Marques também se filiou ao PP. Ele é dono da União Química, representante e fabricante da Sputnik no Brasil. Nas eleições de 2018 ele concorreu ao senado pelo PSD e teve 124.904 votos. Fernando deve ocupar uma das suplências de Flávia Arruda, que concorrerá ao senado.
Roriz no PSD
O neto do ex-governador Roriz, Joaquim Roriz Neto, está de malas prontas para o PSD. Sua filiação só não ocorreu porque ele, sua esposa, Clarissa Roriz e sua avó, dona Weslian Roriz, testaram positivo para covid-19. Todos passam bem.
Disputado
O deputado distrital Guarda Janio nunca teve seu passe, ou melhor, sua filiação tão disputada como está ocorrendo em 2022. Janio está atualmente filiado no PROS, mas aproveitará a janela partidária que se abrirá na próxima semana para trocar de partido. Seu destino deve ser o Republicanos, mas se vacilarem, MDB e Progressistas estão de olho no Guarda. Apesar da indecisão relacionada a escolha do partido, em relação ao cargo, o martelo já foi batido. Janio vai concorrer a uma das cadeiras da Câmara Federal.
Três dentro e um fora
O PL ganhou três novos filiados e deve perder um. Essa semana o deputado distrital Roosevelt Vilela, trocou o PSB, partido de esquerda, pelo PL, partido do presidente Bolsonaro. Dois irmãos da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, se filiaram ao PL. Carlos Eduardo Antunes Torres e Diego Torres Dourado vão somar a base evangélica e bolsonarista do partido em Brasília. E o distrital Daniel Donizet deve trocar o PL pelo MDB. Aliados de Daniel entendem que o partido ficou competitivo demais. Eleito como o distrital do Bolsonaro, Daniel se distanciou da base Bolsonarista.
Família dividida
A família Filippelli após décadas na vida pública vão enfrentar a primeira eleição, divididos. Com a decisão de Tadeu Filippelli em disputar uma cadeira na Câmara Legislativa, sua nora, Ericka Filippelli, decidiu deixar o MDB e procurar um partido para continuar com seu projeto político. Atualmente ela ocupa a secretaria da mulher e é pré-candidata a deputada distrital.
Situação delicada
Se os dois forem eleitos, a família mostra força. Se um ganhar, quem perder ficará numa situação delicada. Caso os dois percam, o que tiver menos votos vai se arrepender de não ter apoiado o outro. O importante é que a família saia dessa eleição unida. O resto é política.
Reforço no MDB
O MDB vinha embalado filiando vários novos integrantes um atrás do outro. Nos últimos dias o partido deu uma segurada, mas não fechou as portas para ninguém. A sigla aguarda o distrital Daniel Donizet e outro distrital que devem se filiar na janela partidária. Já o empresário Thiago Jarjour bateu o martelo e se filiou ao MDB, mas ainda não tem um caminho definido, pode sair candidato a Câmara Federal e ajudar a legenda ou concorrer a Câmara Legislativa. Outro recém filiado foi o empresário Marcelo Amaral.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli no Portal Conectado ao Poder.




