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Preço dos materiais escolares no DF sofre reajuste em 2026 e fica mais caro


Da redação

Os preços dos materiais escolares no Distrito Federal devem apresentar reajuste médio entre 4% e 6% em 2026, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório Papelaria e Livraria do DF (Sindipel-DF). O presidente do Sindipel-DF e do Sistema Fecomércio, José Aparecido Freire, explicou que o percentual reflete a recomposição de custos ao longo de 2025.

Freire afirmou que os produtos de fabricação nacional, como cadernos, lápis, borrachas, cola e parte dos papéis, devem ter aumentos mais moderados, próximos ao piso da faixa de reajuste, já que sofrem menos influência cambial. “Entram nesse grupo itens como cadernos, lápis, borrachas, cola, parte dos papéis e produtos de linha mais básica”, detalhou.

Já itens importados como mochilas, lancheiras, estojos e materiais licenciados podem atingir o teto de 6%, impactados pela variação do dólar, frete internacional e custos de importação. O Sindipel-DF orienta consumidores a planejarem as compras e pesquisarem preços para economizar.

A busca por alternativas é necessária para equilibrar o orçamento familiar, conforme relato de João Vitor Lelis, que compra materiais para a irmã, Carol, de 9 anos. “No início do ano, há rematrícula, reajuste de mensalidade, compra de uniforme. Qualquer reajuste impacta no bolso”, afirmou. O gerente da Kalunga, Bruno Henrique, destacou que a loja oferece descontos para quem reaproveita cadernos e aposta na variedade de marcas para ajudar o consumidor.

No Distrito Federal, estudantes de 4 a 17 anos da rede pública pertencentes a famílias do Bolsa Família recebem o Cartão Material Escolar: o benefício é de R$ 320 para educação infantil e ensino especial, e de R$ 240 para o ensino médio, com retirada do cartão pelo Banco de Brasília após consulta no aplicativo GDF Social.