Da redação
A Prefeitura de São Paulo pagou R$ 183 mil para que 32 servidores da Guarda Civil Metropolitana participassem de um curso entre 27 e 30 de abril no Instituto Iter, fundado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. O objetivo, segundo a administração, foi aprimorar a qualificação técnica dos funcionários.
O curso, denominado “Captação e Execução Qualificada de Recursos na Segurança Pública”, foi promovido por quatro dias, com carga horária de 32 horas e valor individual de R$ 5.700 por participante. A iniciativa buscou aperfeiçoar competências em planejamento, gestão e execução orçamentária na área de segurança.
A contratação do Instituto Iter ocorreu mediante inexigibilidade de licitação, procedimento permitido quando não há concorrentes viáveis para a prestação do serviço específico. A decisão ficou sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, conforme as normas administrativas vigentes.
A gestão do prefeito Ricardo Nunes afirmou que os valores repassados ao instituto estão abaixo dos praticados no setor. “A contratação foi realizada com base na necessidade de aprimoramento técnico de servidores que atuam em funções estratégicas da pasta”, declarou a prefeitura.
Em seus esclarecimentos, o município reforçou que “a contratação segue todos os trâmites legais e administrativos, com base em critérios técnicos de necessidade, conteúdo e qualificação da instituição”. Além disso, reiterou que os pagamentos representam valores inferiores aos encontrados normalmente no mercado.
Segundo informações do Instituto Iter, o curso visa capacitar equipes técnicas da segurança pública para a adequada gestão orçamentária e financeira, além de auxiliar na otimização dos recursos em benefício das políticas de segurança implementadas pela administração municipal.






