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Preso nos EUA, Maduro pede união após terremoto causar 164 mortes na Venezuela


Da redação

Nicolás Maduro, presidente afastado da Venezuela e atualmente detido nos Estados Unidos, enviou nesta quarta-feira (25) uma mensagem pública ao seu país após o terremoto ocorrido em território venezuelano. Em redes sociais, Maduro manifestou solidariedade às vítimas e pediu união da população diante do desastre.

Em sua publicação, Maduro declarou: “Diante do forte terremoto que atingiu nossa pátria, nossas orações estão com as famílias venezuelanas afetadas. Neste momento difícil, clamamos por unidade nacional, serenidade e amor. Nossos corações estão com toda a Venezuela”. Ele ressaltou a importância de manter a coesão social durante esse período.

O líder afastado solicitou que todos acompanhem e apoiem o trabalho das equipes de resgate. Ele enfatizou: “Que todos acompanhemos o trabalho das equipes de resgate”. Maduro orientou que as comunidades cuidem de crianças, idosos e doentes, sem deixar ninguém para trás após o desastre.

Maduro também apelou diretamente para uma postura ativa de solidariedade. “Neste momento difícil, apelamos à unidade nacional, à serenidade e ao amor concreto: ajudar, proteger, compartilhar, levantar e reconstruir. A Venezuela enfrentou grandes provações e também sairemos desta mais fortes, com fé, disciplina e solidariedade”, afirmou.

Segundo informações divulgadas pela Agência Reuters, o terremoto provocou ao menos 164 mortes e mais de mil feridos. Há relatos de vítimas ainda presas sob os escombros de dezenas de prédios e casas que desabaram em várias regiões do país após o tremor.

O contexto ocorre meses após, em janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um ataque em larga escala à Venezuela. Conforme pronunciamento de Trump nas redes sociais à época, a operação resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, e ambos foram retirados da Venezuela.