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Projeto Mulheres que Cuidam de Si encerra edição 2025 com entrega de máquinas e novos caminhos para participantes

A cerimônia contou com a presença do presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, e da comitiva francesa da Universidade Paris-Saclay

Na última terça-feira (17), o Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF) realizou o evento de encerramento da edição 2025 do projeto Mulheres que Cuidam de Si. A iniciativa, voltada ao fortalecimento da autonomia feminina, marcou a conclusão das atividades com a entrega de máquinas de costura a seis participantes, que agora poderão dar continuidade ao trabalho iniciado durante as oficinas. 

A cerimônia contou com a presença do presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, do diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo, e da comitiva francesa da Universidade Paris-Saclay. Entre os destaques, esteve a artista pela paz da UNESCO, Guila Clara Kessous, cuja participação integrou a agenda de intercâmbio social e valorização da voz feminina promovida pelo acordo firmado em novembro de 2025 com a universidade. 

Durante o evento, Guila destacou a importância da autonomia conquistada pelas participantes ao longo da formação. “É essencial que as mulheres tenham a liberdade de ser e fazer o que desejarem com suas vidas. Essa autonomia agora pertence a elas”, afirmou. 

O compromisso institucional com a promoção da equidade de gênero também foi reforçado por José Aparecido Freire. Em seu discurso, o presidente ressaltou o papel do Sesc-DF na ampliação da presença feminina em diferentes espaços da sociedade. “Defendemos a participação da mulher em todas as áreas e trabalhamos pelo fortalecimento do protagonismo feminino. Queremos uma sociedade em que as mulheres ocupem cada vez mais posições de decisão, sendo respeitadas e ouvidas, sem qualquer tipo de discriminação. O fortalecimento da mulher é o fortalecimento de toda a sociedade”, declarou. 

Entre as participantes, o sentimento era de transformação e reconhecimento. Fran, do Instituto Crescer, destacou o impacto da iniciativa em sua trajetória. “A gente se sente mais forte, mais capaz e mais comunicativa com outras mulheres, enquanto aprende a costurar e a produzir absorventes ecológicos”, relatou. 

Fonte: Sesc-DF