Da redação
O projeto Viva o Cerrado Vivo, realizado no Distrito Federal, visita seis escolas públicas do Gama com ações de educação socioambiental fundamentadas em culturas populares brasileiras, segundo os organizadores. A iniciativa conta com apresentações dos grupos Caco de Cuia e Mamulengo Fuzuê, além de palestras da mestra em Desenvolvimento Sustentável Iolanda Rocha.
Conforme os idealizadores, o projeto foi inspirado pelo Dia Nacional do Cerrado e pela Lei Distrital nº 7.053/2022, que institui a Semana do Cerrado no calendário escolar público do DF. Iolanda Rocha teve participação nas discussões para criação da lei e, durante as atividades, compartilhada conhecimentos socioambientais atualizados com os estudantes.
A programação da edição inclui visitação à Escola Classe 18, CEF Tamanduá, Escola Classe 29, Escola Classe 21, CEF Ponte Alta Norte e Escola Classe Córrego Barreiro. O Viva o Cerrado Vivo utiliza recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. A primeira edição percorreu escolas do Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Água Quente.
Ao término desta edição, está previsto o lançamento de um minidocumentário sobre as ações do projeto. Segundo os organizadores, o material tem o objetivo de ampliar o debate sobre educação socioambiental e inspirar novas iniciativas em prol da preservação do Cerrado.




