Da redação
Cilia Flores, casada com Nicolás Maduro desde 2013, é uma figura central no chavismo, sendo referida como “primeira combatente”. Recentemente, há informações de que ela teria sido capturada junto com Maduro após um ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela. Cilia, nascida em 1956, é advogada e tem uma longa trajetória na política venezuelana, tendo se envolvido com Maduro nos anos 90.
Com uma carreira política significativa, Flores foi eleita deputada em 2000 e reeleita em 2005, destacando-se como a primeira mulher a presidir a Assembleia Nacional de 2006 a 2011. Em 2012, assumiu o cargo de procuradora-geral, consolidando sua posição de influência ao lado de Maduro, especialmente após a morte de Hugo Chávez.
Flores já enfrentou sanções dos Estados Unidos e do Canadá, atribuídas a seu papel na manutenção do regime de Maduro. Em 2015, dois de seus sobrinhos foram presos por tráfico de drogas, mas foram liberados em 2022 durante uma troca de prisioneiros.
Atualmente, a situação é incerta, com Maduro e Cilia fora de contato após o ataque americano. O ex-presidente Donald Trump indicou que Maduro será levado aos EUA para responder por narcoterrorismo e outras acusações.
A Venezuela declarou estado de emergência em resposta ao que chamou de “agressão militar” dos EUA, com relatos de explosões em várias localidades, incluindo Caracas. As Forças Armadas do país foram mobilizadas diante dos eventos, enquanto o governo se prepara para enfrentar a crise iminente.







