R$ 300 mil a menos no cofre



foto_07102015091926Governo de Brasília colocou à venda a dívida ativa, mas não apareceram interessados.

O Governo de Brasília até tentou, mas ainda não encontrou interessado em comprar R$ 300 milhões da dívida ativa do DF. O prazo para apresentação de propostas era até sexta-feira (2), mas diante da frustração, foi ampliado para até o próximo dia 16. O objetivo é antecipar a entrada de recursos no caixa do tesouro local.

A medida é mais uma tentativa de Rodrigo Rollemberg de reforçar as receitas do GDF, que passa pela mais grave crise da história. A securitização – reunião de passivos em títulos que podem ser comercializados no mercado de capitais – foi aprovada pela Câmara Legislativa em junho.

Por ter mais experiência no mercado financeiro, o Banco de Brasília (BRB) vai auxiliar a Secretaria de Fazenda na venda das dívidas públicas. Para isso, fundaram a DF Gestão de Ativos S/A para  administrar todo o processo.

Reforço – O valor que a secretaria pretende arrecadar com a negociação dos impostos atrasados é ínfimo se comparado ao total da dívida ativa atual. De acordo com a secretaria, o valor é de aproximadamente R$ 17 bilhões, referente a débitos de 310 mil contribuintes, entre empresas e pessoas físicas.

Porém, apenas as dívidas reconhecidas pelos contribuintes, alvo de parcelamento em programas como o Refis, serão comercializadas. A empresa que oferecer o melhor preço pelas dívidas antecipa esse pagamento ao governo e assume o ônus, caso não consiga comercializá-la.

De acordo com a Fazenda, aproximadamente 15 mil débitos inscritos no Cadastro da Dívida Ativa do Distrito Federal, que não foram acertados no último Refis, portanto não reconhecidos, estão sendo enviados para protesto. A dívida desses contribuinte chega a R$ 20 milhões.

Fonte: alo.com.br

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