Início Distrito Federal Roosevelt Vilela critica Lula e defende escolas cívico-militares no DF

Roosevelt Vilela critica Lula e defende escolas cívico-militares no DF

Da redação do Conectado ao Poder

Deputado aponta impacto positivo do modelo cívico-militar e questiona decisões do governo federal

O deputado distrital Roosevelt Vilela criticou, neste sábado (25), as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o fim das escolas cívico-militares no Distrito Federal. Em entrevista ao programa Vozes da Comunidade, o parlamentar afirmou que o modelo apresenta melhores resultados e tem alta procura na capital federal.

Segundo Roosevelt Vilela, o posicionamento do presidente demonstra desconexão com a realidade educacional do país. O deputado declarou: “Toni, mais uma vez o nosso presidente, né? Nosso não, de alguém aí, né? Deixa claro que ele tá desconectado com a realidade do nosso país”, disse ao comentar as críticas de Lula.

Durante a entrevista, o parlamentar apontou problemas enfrentados pelo modelo tradicional de ensino público, como violência nas escolas, evasão escolar, desrespeito e baixo desempenho dos estudantes. Roosevelt Vilela também questionou os indicadores do setor, observando o aumento nos casos de analfabetismo funcional entre alunos da rede pública.

Ao defender as escolas cívico-militares, Roosevelt destacou resultados obtidos no DF. Ele afirmou: “Todas as escolas públicas em que foi implementada a estratégia cívico-militar no DF, elas saltaram no IDEB, melhoraram e hoje todas elas fazem parte das 10 melhores escolas públicas do Distrito Federal. São dados”, ressaltou o parlamentar durante o programa.

O parlamentar também relatou episódios de violência envolvendo professores, pais e alunos em escolas do DF, argumentando que a disciplina proporcionada pelo modelo cívico-militar contribui para um ambiente mais seguro. Conforme descrito por Roosevelt, as famílias buscam opções com maior controle e resultados positivos para os estudantes.

De acordo com o deputado, o DF atualmente conta com mais de 20 escolas cívico-militares, sendo 17 delas ligadas ao Corpo de Bombeiros. Roosevelt Vilela ainda relatou que a procura por vagas nessas instituições é grande e mencionou pedidos para expansão do modelo, inclusive para locais como Sobradinho.