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Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, está em estado crítico por pneumonia


Da redação

Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, está internado desde domingo, 3, devido a uma pneumonia. Segundo o porta-voz Ted Goodman, Giuliani permanece em estado crítico, porém estável, sob cuidados médicos e acompanhado pela família. Complicações respiratórias relacionadas à exposição durante os ataques de 11 de setembro de 2001 agravaram o quadro do político.

De acordo com comunicado oficial, Giuliani inicialmente precisou de ventilação mecânica para auxiliar na oxigenação. Os médicos utilizaram o equipamento após rápida piora causada pelo vírus que desencadeou a pneumonia. Neste momento, ele já respira sem auxílio de aparelhos, permanecendo estável sob observação constante.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou publicamente sobre a internação. Em publicação na Truth Social, Trump sugeriu que Giuliani teria sua saúde prejudicada pelo que chamou de “mau tratamento” dos democratas. “Que tragédia ele ter sido tratado tão mal pelos lunáticos de esquerda radical”, declarou o republicano, lamentando o estado do aliado.

Trump também afirmou, sem apresentar provas, que políticos e eleitores do partido Democrata teriam atuado para “destruir os EUA” e que “eles fraudaram as eleições, fabricaram centenas de histórias, vejam só o Rudy. Que triste”, disse. O presidente chamou Giuliani de “melhor prefeito da história de Nova York” e “verdadeiro guerreiro”.

Figura conhecida na política e advocacia norte-americana, Giuliani comandou Nova York de 1994 a 2001 e ganhou notoriedade por sua liderança durante os ataques de 11 de setembro, quando recebeu o apelido de “prefeito da América”. Em 2008, tentou concorrer à Presidência, mas não teve sucesso.

Aliado de Donald Trump, Giuliani foi acusado de disseminar informações falsas sobre fraude eleitoral, enfrentou processos judiciais e perdeu a licença de advogado em alguns estados. Ele também foi acusado de envolvimento na tentativa de anular o resultado das eleições presidenciais de 2020, quando Trump perdeu para Joe Biden.